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Sabado, 06 de Dezembro de 2025

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Conheça a equipe brasileira de squash que disputará Copa do Mundo pela primeira vez

Com atletas jovens e mais experientes, equipe busca bons resultados no campeonato que será realizado na Índia

Central Esportiva
Por Central Esportiva
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Conheça a equipe brasileira de squash que disputará Copa do Mundo pela primeira vez
Foto: Divulgação CBSquash
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O Brasil fará uma estreia histórica na Copa do Mundo de Squash de Equipes Mistas, que será disputada de 9 a 14 de dezembro, em Chennai, na Índia. A equipe nacional será formada por quatro atletas: Diego Gobbi, Laura Silva, Pedro Mometto e Bruna Petrillo, reunindo experiência e juventude em uma das competições de maior destaque da modalidade. 

Para o head coach Renato Gallego, a participação marca um novo capítulo para o squash brasileiro. “Será uma grande experiência poder jogar com os principais países do mundo. Temos a expectativa de que possamos passar uma grande semana de testes em que vamos analisar a performance do Brasil em relação aos atletas de qualidade internacional, que estão figurando entre os melhores do ranking mundial”, conta.

Há 10 anos na equipe brasileira de squash, Diego Gobbi destaca o peso simbólico da estreia. “Representar o Brasil novamente é motivo de muito orgulho, mas levar nossa bandeira pela primeira vez a essa competição tem um sentimento especial”, afirma o número 1 do Brasil. 

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O paulista bi-campeão sul-americano 24/25 começou nas aulas de squash com irmão, que dava aulas da modalidade. Depois de arriscar no futebol, tênis, atletismo e judô, foi no squash que ele se encontrou e hoje é um dos jogadores de maior destaque do Brasil. 

“Eu já tinha uma noção de raquete por conta do tênis, então para mim era muito fácil, eu me divertia. Mas eu jogava muito mal no começo, mas observava meu irmão dar aula e tentava reproduzir tudo o que ele fazia numa quadra vizinha. E aí eu fui batendo bola, fui melhorando e fui pegando gosto”, disse Gobbi.

"Meu maior sonho é retribuir tudo o que o squash me proporcionou. Quero chegar ao fim da minha carreira podendo dizer que deixei meu nome na história desse esporte que eu amo”, conclui.

Assim como Diego, o squash não foi a primeira modalidade da paulista Bruna Petrillo. A atleta jogava vôlei e tinha o squash como hobby na adolescência. Foi somente aos 22 anos, ao conhecer o marido Vinny Rodrigues, também atleta da modalidade, que começou a ver a modalidade com outros olhos. 
 
“Por muita influência dele, eu decidi levar o squash mais a sério, e com 22 anos a gente se mudou para a Inglaterra e eu entrei para o circuito mundial. Foi um desafio muito grande porque enfrentei atletas muito mais experientes. Demorei mais de um ano para ganhar meu primeiro jogo, mas persisti”, relembra. 

Já para o veterano da equipe Pedro Mometto, o maior desafio é conciliar a rotina de atleta com a de engenheiro civil. No squash desde os cinco anos, Pedro lembra do início com carinho “Meu pai jogava e comecei por influência dele. Lembro de jogar com uma raquete de plástico e bolinha de espuma no clube”, disse. 

Com as raquetes nas mãos, Pedro alimenta um objetivo muito claro: “Quero conquistar uma medalha nos Jogos Panamericanos de 2027”.

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Redação / Central Esportiva

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